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  |  05/fev, 2015  |  Última atualização em 05/fev, 2015 às 18:38

ADALBERTO BARRETO E AS LIÇÕES DA INTUIÇÃO!

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Por Mauro Nunes

Abarreto

A ausência física do querido amigo, e digno companheiro, Adalberto Barreto completou seis anos. O tempo, como bem dizem os filósofos da vida, é inexorável. Uma certeza eu tenho, e procurarei explicá-la logo a seguir. A mente da “fortaleza” que era o jovem Adalberto continua nos acompanhando e vez ou outra inspira e intui alguns recados, principalmente aos amigos mais chegados.

Certa vez um Papa disse que estávamos “vivendo uma crise de significado”. A fragmentação do conhecimento é o principal fenômeno a dificultar a busca de significado que tenha força, sentido e direção.

É preciso se acautelar e questionar, como sempre fez e fazia o nosso companheiro Adalberto, o olhar científico, que considera o observador neutro e impessoal, como recomendado pelo paradigma mecanicista.

Nessa reflexão, aportar o sistema de crenças e valores. Ouvir a inteligência natural, adotar a Teoria da Autoaprendizagem Intuitiva e consultar, com mais freqüência o eu interior e a mente cósmica. Já no final de sua vida física o amigo começava a agregar à sua privilegiada inteligência as possibilidades de algo além da vida. Um dos seus últimos textos tratou da “Vida após a morte”.

O querido companheiro tinha sobradas razões: quando paramos para refletir sobre nós e a existência, temos, com freqüência, a forte impressão de que algo nos escapa por entre os neurônios. Algo que não é palpável e salta além dos cinco sentidos e da razão. Se a reflexão aprofunda em meditação, são perceptíveis os sinais da existência de Deus. Que o diga ele que no momento se encontra mais próximo Dele do que qualquer um de nós viventes materiais.

Segundo Deepak Chopra, médico e filósofo de reputação internacional, Deus tem uma presença que pode ser observada na luminosidade radiante de quem tem a experiência individual de ver o mundo com admiração e alegria. Se Deus tem uma presença, Ele pode ser vivenciado.

Se puder ser vivenciado, pode ser conhecido. Em seu livro mais recente “Como Conhecer Deus” Deepak afirma “a presença de Deus e sua luz é real se podemos traduzi-la em uma reação do cérebro”. É uma reação de Deus, processada no cérebro, representando o nosso maior instinto para o conhecimento de nós mesmos, quer estejamos consciente disso ou não.

Neste momento de homenagem à inteligência perceptiva e espiritual do grande amigo esqueçamos o paradigma de que a mente é gerada pelo cérebro e isolada do resto do universo.

Estudos exaustivos, amparados na psicologia transpessoal e na parapsicologia, demonstram que a mente é interdependente, separada do cérebro e integrada numa mente universal: a mente cósmica.

Para Deepak uma “zona de transição” entre o mundo material e o virtual. É ai onde acontecem visões e revelações sagradas e onde os milagres são concebidos. Um plano comum, onde os seres humanos se encontram com Deus.

O que já fez, em toda sua simplicidade e dignidade, o eterno amigo e valioso companheiro Adalberto Barreto. Que continua a nos inspirar e nos intuir no cumprimento de nossa missão neste Planeta e nos confins do Universo!

Dos sempre e eternos amigos Mauro, Tânia Nunes e Filhos

 

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